Cefaleia em Salvas no Brasil
Visão Geral
No Brasil, os psicodélicos que poderiam ajudar pacientes com cefaleia em salvas (incluindo psilocibina, LSD e DMT) são classificados como substâncias proscritas sob a Portaria 344/1998, tornando-os legalmente inacessíveis através dos canais médicos convencionais. Isso cria barreiras significativas para pacientes que buscam alívio, embora existam algumas nuances importantes. Enquanto os compostos isolados são proibidos, os cogumelos com psilocibina existem em uma "zona cinzenta" legal, pois o fungo em si não é explicitamente proibido, criando uma tolerância tácita para seu cultivo e posse. Além disso, a ayahuasca (que contém DMT) goza de proteção legal para uso religioso em contextos específicos. Para os pacientes, a cetamina (que proporciona alívio a alguns) representa a única opção legalmente acessível via canais médicos, onde pode ser prescrita off-label (fora da bula) para o controle da dor. Desenvolvimentos recentes oferecem alguma esperança, incluindo a aprovação pela ANVISA da escetamina para depressão resistente ao tratamento em 2020, estabelecendo um precedente para a reclassificação de substâncias com propriedades psicodélicas quando apoiadas por evidências científicas.
Perguntas Frequentes
Status Legal e Estrutura Normativa
Panorama Regulatório
Informações Específicas para o Paciente
Defesa de Direitos
Carta Aberta
Ajude-nos a acelerar o acesso a terapias psicodélicas para cefaleia em salvas no Brasil assinando nossa carta aberta.
Siga estes três passos

Assine a carta global para exigir que governos e agências tomem medidas agora. Qualquer pessoa em qualquer lugar pode assinar.

Depois de assinar a carta global, assine a carta aberta do seu país para exigir melhor acesso a tratamentos psicodélicos para cefaleia em salvas em seu país.

Torne-se um embaixador da ClusterFree compartilhando este site e se engajando.